O nosso mui conhecido amigo Aurélio define Passadiço como “passagem externa que liga dois edifícios; corredor ou galeria de comunicação”.

Temos um, famoso, em Diamantina.

Ícone da cidade, o chamado passadiço da Glória foi construído  por volta 1878, sob a responsabilidade do engenheiro Catão Gomes Jardim, para ligar as duas casas que funcionavam como educandário e orfanato, então, sob a responsabilidade das Irmãs da Ordem de São Vicente de Paula.

Atualmente, nele funciona o Instituto Casa da Glória,  órgão complementar do Instituto de Geociências da UFMG. Fazem parte do Instituto:
– Centro de Geologia Eschwege (antigo Instituto Eschwege), o CGE ministra cursos de curta e longa duração, na área de geologia de campo e mapeamento geológico para alunos de geologia e geólogos recém-formados.
– Centro de Referência em Cartografia Histórica – Barão W. von Eschwege
– Memorial Casa da Glória. Fotos, documentos e objetos do período que a casa abrigou o Educandário Feminino Nossa Senhora das Dores.
– Centro de Pesquisa e aplicações em planejamento do turismo
– Espaço cultural
– Salas de aula
– Auditório
– Alojamento para 80 pessoas

Image

Em Frankfurt, conheci um outro, também muito bonito, que fica no “Römerberg”, o “Morro dos Romanos”. Na verdade, não é morro, mas praça, com casas edificadas entre os séculos XV e XVIII. Ali fica também a antiga prefeitura, uma capela e o passadiço.

Image

Mas, na natureza também existem “passadiços” como este aqui embaixo, na região de Orangestad´s, em Aruba.

Image

 

Dificil saber qual é mais bonito, não é?