Há 223 anos Paris era sacudida por um movimento que se convencionou denominar Revolução Francesa, evento estudado desde aquela época até nossos dias e com N maneiras de ser interpretado.

Conhecer os lugares, ver os documentos, passear por ruas que viraram barricadas, estar onde a Bastilha esteve provocam sensações aos historiadores e estudantes de História, que são diferentes daquelas de alguém que apenas ouviu falar da Revolução nos bancos escolares.

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Massacre do Marques de Pellepont, à frente da Bastilha

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Charges da época revolucionária – Museu Carnavalet

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Tambor da época – Museu Carnavalet

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Sala onde ficaram presos os nobres – Conciergerie

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O adeus de Luiz XVI – Museu Carnavalet

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Placa alusiva aos ultimos dias de Robespierre – Conciergerie

Ver um tambor da época e imaginar quem o tocou; ver o local onde nobres ficaram aprisionados à espera de julgamentos às vezes sumários; adentrar na Galeria dos Espelhos e nos jardins de Versalhes e entender como a corte real estava afastada dos anseios populares; ver nos museus as personagens envolvidas naquele processo todo; ficar boquiaberto perante o gigantesco quadro da coroação de Napoleão; admirar o local onde Napoleão está enterrado ao lado e ao centro de outros heróis  e sentir o clima de orgulho nacional presente no ar… tudo isso é indescritível. E nem as imagens abaixo conseguem descrever. Só indo lá para conferir!

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Jardins e fontes de Versalhes

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Galeria dos Espelhos, Versalhes

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Proclamação do golpe do 18 Brumário que levou Bonaparte ao poder

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O gigantesco quadro de Davi, A coroação de Napoleão – Louvre

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Esquife de Napoleão Bonaparte – Panteão do Museu do Exército

E o belo hino francês, a Marselhesa, sempre é o pano de fundo para quem visita Paris…

 

Allons enfants de la Patrie,

Avante, filhos da Pátria,

Le jour de gloire est arrivé!

O dia da Glória chegou!

Contre nous de la tyrannie,

Contra nós da tirania,

L’étendard sanglant est levé, (bis)

O estandarte ensanguentado se ergueu.(bis)

Entendez-vous dans les campagnes

Ouvis nos campos

Mugir ces féroces soldats?

Rugir esses ferozes soldados?

Ils viennent jusque dans vos bras

Vêm eles até os vossos braços

Égorger vos fils, vos compagnes!

Degolar vossos filhos, vossas mulheres!

 

 

Aux armes, citoyens,

Às armas, cidadãos,

Formez vos bataillons,

Formai vossos batalhões,

Marchons, marchons!

Marchemos, marchemos!

Qu’un sang impur

Que um sangue impuro

Abreuve nos sillons!

Banhe o nosso solo! (bis)